Uma das perguntas mais frequentes que recebo é: “quanto de cobertura eu preciso contratar no meu seguro de vida?” Não existe um número mágico, mas existe um método simples para chegar perto do ideal.
Considere as dívidas atuais
Financiamento imobiliário, financiamento de veículo, empréstimos — tudo isso deveria estar coberto para que sua família não herde essas dívidas junto com o luto.
Multiplique a renda anual
Uma regra prática usada no mercado é multiplicar de 5 a 10 vezes a renda anual do segurado, dependendo de quantos anos a família levaria para se reorganizar financeiramente sem essa renda.
Inclua despesas futuras dos dependentes
Educação dos filhos, incluindo faculdade, é um dos itens mais esquecidos nesse cálculo — e um dos mais importantes para famílias com filhos pequenos.
Reavalie periodicamente
O valor ideal de cobertura muda com o tempo: aumenta quando você assume novas dívidas ou tem filhos, e pode diminuir conforme dívidas são quitadas e os filhos se tornam independentes. Revisar a apólice a cada poucos anos é uma boa prática.
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